O que sinto... (by Ana Teresa)
O que sinto ao viajar no teu poema quer esconder-se no meu coraçãoE esforço-me para que esse sentir
Faça a viagem até à minha mão...Mas não...
A viagem parece longa
as palavras gritam pelo seu silêncio
Eu calo-me...e escuto o frenesim no meu alento
Rendo-me ao sentir
E as palavras já não me gritam
Ouço um sussurro mudo
E isso é Tudo!

2 Comments:
Não és alma-gémea
não tens mesmas pancas e anomalias
não és minha versão fêmea
mas isto já tu sabias
Todaviona, acho-te na minha zona
com a mesma forma de alegria
a que vem das coisas mais simples
o inesperado, o belo, o terno
somos tudo o que nos contagia
Até podemos ficar piegas
a comer uma sopa de beldroegas
é só o coração pedir
e faz-se a viagem do sentir...
O André do chapéu...
Esse ser com os sonhos ao léu!
Gosto da sua espontaneidade
Sinto curiosidade na sua realidade
É verdade
Ele fala de anomalia e eu digo-lhe que estamos sempre no prazo de garantia
Porque a vida não tem a mania
O meu complicómetro é um desafio com magia. Que alegria!
Grito à vida,sem ironia:"Eu sou a Ana e sou imperfeita"
Já não o sinto como uma desfeita porque é um sinal de que estou viva
O André do chapéu...
Um ser único como éu
Na sua mística atmosfera
Contagia-me a brincar com as palavras...
Por esta é que eu não estava à espera!
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