Estou numa sala cheia de pirilampos e sinos que não param de chamar
Estou numa sala cheia de pirilampos e sinos que não param de chamartambores à solta pelos campos convidam impulsos nativos a rufar
Onde está a menina do napron?
acabo de perdê-la num nevoeiro de som
Fecho os olhos e tudo em música se transformará
ondulo os braços e venero o grande marajá
espero que me dê a mão da sua filha mais arisca
mas hoje digo que não a tão pobretana conquista...

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